São nestes fundos de campo
Donde a boiada engorda
Que a indiada atirando a corda
Faz o Rio Grande crescer
São nas estâncias do pago
Donde existem torenas
Que com cantar de chilenas
Fazem o dia nascer
São nas mangueiras de pedra
Com curunilhas cravadas
Que se termina a potrada
E afloram pingos de lei
É junto a água da sanga
Que a china prende o cabelo
E ata junto ao segredo
D’algum romance ou sorriso
É no galpão frente aberta
De oito “esteio” e quinchado
Que se golpeia um amargo
Beirando algum paraíso
É na campanha querência
Com cruzadores de tropa
Que a alma pampa se topa
A talarear velha bruxa
É na campanha querência
Que um versito faz ponta
E a alma pampa se encontra
Cada vez bem mais gaúcha
Donde a boiada engorda
Que a indiada atirando a corda
Faz o Rio Grande crescer
São nas estâncias do pago
Donde existem torenas
Que com cantar de chilenas
Fazem o dia nascer
São nas mangueiras de pedra
Com curunilhas cravadas
Que se termina a potrada
E afloram pingos de lei
É junto a água da sanga
Que a china prende o cabelo
E ata junto ao segredo
D’algum romance ou sorriso
É no galpão frente aberta
De oito “esteio” e quinchado
Que se golpeia um amargo
Beirando algum paraíso
É na campanha querência
Com cruzadores de tropa
Que a alma pampa se topa
A talarear velha bruxa
É na campanha querência
Que um versito faz ponta
E a alma pampa se encontra
Cada vez bem mais gaúcha
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