Num baile la na fronteira a gaita se abriu
Rasguemo cinco cordeona o povo aplaudiu
Pois é assim que se toca a noite inteira
Não da pra deixar baixar poeira
Pode ser em livramento ou quarai
Uruguaiana, são borja ou itaqui
Alegrete e rosário também dá
Pra fazer até o galpão se “balançá”
Dê-lhe gaita seu gaiteiro
Não podemo se afroxar
Quero ver a gauchada
Nos merengue se “agarrá”
Acho bem lindo de ver o bicharedo
Passar a noite dançando num “mosquedo”
Da pra entrar de tirador e até chapéu
Pra laçar o chinaredo no sovéu
Tem de tudo quanto é pelo é só escolher
Desse jeito a festa vai amanhecer
Quando toca um vanerão é um entreveiro
Não para toca outra seu gaiteiro
Com o raízes não da pra ficar calado
É só dizer qual é a “marca” do seu agrado
No rio grande a gente sabe como é
Vem pra cá também arrastar o pé
Nos rodeios por ai não “froxemo”o garrão
Uma semana de mosquedo é a tradição
Dê-lhe gaita chamamé e borracheira
Pois assim fizemo léria na fronteira
Rasguemo cinco cordeona o povo aplaudiu
Pois é assim que se toca a noite inteira
Não da pra deixar baixar poeira
Pode ser em livramento ou quarai
Uruguaiana, são borja ou itaqui
Alegrete e rosário também dá
Pra fazer até o galpão se “balançá”
Dê-lhe gaita seu gaiteiro
Não podemo se afroxar
Quero ver a gauchada
Nos merengue se “agarrá”
Acho bem lindo de ver o bicharedo
Passar a noite dançando num “mosquedo”
Da pra entrar de tirador e até chapéu
Pra laçar o chinaredo no sovéu
Tem de tudo quanto é pelo é só escolher
Desse jeito a festa vai amanhecer
Quando toca um vanerão é um entreveiro
Não para toca outra seu gaiteiro
Com o raízes não da pra ficar calado
É só dizer qual é a “marca” do seu agrado
No rio grande a gente sabe como é
Vem pra cá também arrastar o pé
Nos rodeios por ai não “froxemo”o garrão
Uma semana de mosquedo é a tradição
Dê-lhe gaita chamamé e borracheira
Pois assim fizemo léria na fronteira
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