Faz muito tempo
Que eu não danço uma vaneira
Faz muito tempo
Que eu não entro num salão
Quando ouço a gaita
Numa farra fandangueira
Sinto os requebros
Do meu xucro coração
Fui feiticeiro pelos bailes quando moço
Que as mais bonitas se enredavam no meu jeito
Dançava sempre a noite inteira no fandango
Com uma morena recostada no meu peito
Quem conhecesse a minha estampa de gaúcho
Garantiria que no olhar eu tenho um laço
Quando estendia o doze braças numa festa
Trazia sempre uma loiraça pros meus braços
Eu tive um mouro que entendia as minhas manhas
Que pressentia quando eu tava endinheirado
Nem as esporas convidavam nas verílhas
Ele sabia onde era o rancho do pecado
Era feliz a minha alma fandangueira
A noite inteira dando luz pedindo cancha
De vez em quando ainda escuto na distância
Uma vaneira me chamando pra bailanta
Que eu não danço uma vaneira
Faz muito tempo
Que eu não entro num salão
Quando ouço a gaita
Numa farra fandangueira
Sinto os requebros
Do meu xucro coração
Fui feiticeiro pelos bailes quando moço
Que as mais bonitas se enredavam no meu jeito
Dançava sempre a noite inteira no fandango
Com uma morena recostada no meu peito
Quem conhecesse a minha estampa de gaúcho
Garantiria que no olhar eu tenho um laço
Quando estendia o doze braças numa festa
Trazia sempre uma loiraça pros meus braços
Eu tive um mouro que entendia as minhas manhas
Que pressentia quando eu tava endinheirado
Nem as esporas convidavam nas verílhas
Ele sabia onde era o rancho do pecado
Era feliz a minha alma fandangueira
A noite inteira dando luz pedindo cancha
De vez em quando ainda escuto na distância
Uma vaneira me chamando pra bailanta
Nenhum comentário:
Postar um comentário